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Presbíteros realizam Conversa no Espírito: dinâmicas de discernimento comunitário

Presbíteros realizam Conversa no Espírito: dinâmicas de discernimento comunitário

  Os párocos e outros presbíteros da Arquidiocese de Passo Fundo realizaram mais uma Conversa no Espírito, durante o Retiro

 

Os párocos e outros presbíteros da Arquidiocese de Passo Fundo realizaram mais uma Conversa no Espírito, durante o Retiro dos Presbíteros, em Veranópolis, RS. A Conversa no Espírito é uma metodologia que foi usada na Sessão do Sínodo de outubro de 2023, na Assembleia da CNBB, no “Párocos para o Sínodo: um encontro Sinodal”, na última reunião dos Presbíteros da Arquidiocese de Passo Fundo… e agora, novamente no Retiro.


O método prevê um momento de preparação pessoal realizada em espírito orante. Depois há três rodadas de Conversa, intercaladas por oração e silêncio. Na primeira ronda, todos partilham seus pensamentos e sentimentos em relação à questão apresentada. Na segunda rondada, fala-se de aspectos que mais tocam durante a fala dos outros, esforçando-se para ouvir o Outro (Deus). Na terceira rodada identificam-se as convergências, as divergências e as vozes proféticas que farão parte da Síntese, ou seja, o que fez aquecer nosso coração (cf. Lc 24,13-35). Finaliza-se com uma oração.

A questão refletida nesta Conversa no Espírito foi:

 

Tecer laços – construir Comunidade

Dinâmicas de discernimento para os corpos missionários e participação na vida da paróquia e da arquidiocese.

Enquanto membros do Povo fiel de Deus, todos os batizados são corresponsáveis pela missão, cada um de acordo com a sua vocação, com a sua experiência e competência; assim, todos contribuem para imaginar e decidir passos de reforma das comunidades cristãs e de toda a Igreja, de modo que ela viva “a suave e confortante alegria de evangelizar”. A sinodalidade, na composição e no funcionamento dos organismos em que ganha corpo, tem como finalidade a missão. A corresponsabilidade é para a missão: isto atesta que estamos verdadeiramente reunidos em nome de Jesus; isto liberta os organismos de participação de involuções burocráticas e de lógicas mundanas de poder; isto torna frutuoso o ato de nos reunirmos (IdS 18 a).

No meu ministério de pároco (ou vigário paroquial), que experiências tenho da dinâmica do discernimento eclesial? Quais foram os momentos felizes/gratos e quais difíceis? Que ensinamentos tiro delas? No contexto de onde venho, como funcionam os órgãos de participação paroquial? E em nível arquidiocesano ou paroquial? Que sinais de esperança e de trabalho reconheço ali?

 

Por: Pe. Ivanir Antonio Rampon

 

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