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“A missão da comunidade cristã com os imigrantes e os refugiados”

“A missão da comunidade cristã com os imigrantes e os refugiados”

A Pastoral Arquidiocesana das Migrações juntamente com a Itepa Faculdades está promovendo o Curso de Formação para as Paróquias com

A Pastoral Arquidiocesana das Migrações juntamente com a Itepa Faculdades está promovendo o Curso de Formação para as Paróquias com o tema: “a missão da comunidade cristã com os imigrantes e os refugiados”. No dia 18 de junho aconteceu a segunda noite da formação com a assessoria de Carmem Lussi. O curso tem como objetivo geral: Refletir a importância da acolhida, proteção, promoção e integração dos imigrantes em nossa região. 


O encontro iniciou com um momento de oração que trouxe uma reflexão sobre o ato de alargar o espaço da tenda do coração, como uma família de Deus que busca a amizade social e o bem viver entre os irmãos e irmãs. A semana do migrante é um momento oportuno, para promover uma cultura da superação da indiferença e promover a cultura do bem viver. Somos chamados a cuidar da casa comum. A devastação dos biomas florestais e a desertificação do solo influenciam também no processo migratório.  


A Semana do Migrante é um tempo de tomada de consciência, como Igreja e como sociedade, frente a uma realidade que provoca migração forçada e não promove a acolhida digna. Desta forma, a temática central do encontro foi “a missão da comunidade cristã com os imigrantes e os refugiados”. Como provocação inicial, a assessora da formação Carmem Lussi, deixou uma pergunta: “Existe uma missão para migrantes e refugiados da Igreja?” sendo que ela mesma respondeu: “Não existe!”.  


O tema “A Missão da Comunidade Cristã para com as populações estrangeiras que convivem no seu espaço territorial” favoreceu a reflexão com vistas a fomentar uma compreensão da vida cristã e das comunidades cristãs como vivência intercultural, com abertura e capacidade de relacionar-se com as pessoas e suas diferenças, porque isso faz parte da fé cristã, do jeito de ser dos seguidores de Jesus Cristo. 

 

A metáfora do Caminho já foi usada para explicar a essência do cristianismo, por isso, o dinamismo da identidade cristã e a experiência migratória se encontra nas comunidades que se abrem para a relação, a interação, a oração, a vida partilhada com migrantes e refugiados. E isso faz bem a todos, isso fortalece a fé que se doa, constrói as paróquias, transforma mentes e corações e nos faz Igreja renovada, Igreja em saída. É por isso que falamos que as migrações são oportunidade para as igrejas locais! 


O padre Ivanir Antonio Rampon, Diretor da Itepa Faculdades, encerrou a formação citando o Papa Francisco que diz:

 

Em alguns países onde chegam, os migrantes são vistos com alarme, com medo. Aparece então o fantasma dos muros: muros na terra que separam as famílias e muros no coração. Nós cristãos não podemos partilhar esta mentalidade. Quem acolhe a um migrante, acolhe a Cristo. Devemos promover uma cultura social e política que proteja os direitos e a dignidade do migrante. Que os promova em suas possibilidades de desenvolvimento. E que os integre. A um migrante temos que o acompanhar, promover e integrar. Rezemos para que os migrantes que fogem das guerras ou da fome, obrigados a viagens repletas de perigos e violência, encontrem aceitação e novas oportunidades de vida.

 

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